Restauração Florestal
Restauração florestal contínua que recupera áreas degradadas e reconstrói a Mata Atlântica com base nos processos naturais da floresta.

O trabalho de restauração florestal iniciou-se em 1990, sobre antigas áreas agrícolas e de pastagens degradadas da propriedade, totalizando 35 hectares em diferentes estágios sucessionais, com matas secundárias avançadas e outras ainda em fase inicial. O objetivo é restaurar as características locais o mais próximo possível da floresta original que ali existia.

A principal técnica utilizada tem sido o isolamento das áreas até a formação da vegetação pioneira e secundária inicial, criando assim um ambiente adequado para a introdução, por plantio, de espécies secundárias tardias e clímax. Em 2019, a Espinita passou a contar com o apoio da Reserva Ecológica da Michelin nesse processo.

As matas e coleções botânicas da Espinita tem sido utilizada também como fonte de material genético para outros projetos de restauração florestal. Entre as matrizes cadastradas como fornecedoras de sementes destacam-se exemplares de Jacarandá-da-baía, Cedro, Jequitibá, Araribá, Vinhático, Juerana, Oiti, Paratudo, Ingás, entre tantas outras.